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sábado, 15 de junho de 2019

FÉ E CONFIANÇA


Jesus convidou André e Simão Pedro
Para a palavra pregar
Eram os irmãos pescadores
E só sabiam pescar

Ao convite,
Responderam: - Não podemos Senhor,
A pesca tá pobre
Precisamos trabalhar.

Pôs-se Jesus então a falar:
-Não se preocupem com isso
Estando comigo,
Estais com Meu Pai
E Ele não vos deixará nada faltar.

Cheinha de peixes,
A rede começou a pesar,
E os dois bem felizes
Começaram a puxar.

Senhor, Senhor,
Como vamos agradecer-lhe a fartura?
- Venham comigo agora,
A trabalhar para o PAI; é chegada vossa hora
Serão Pescadores de Homens,
A divulgar a Boa Ventura.

Seguiram-no os dois agora sem hesitar
E seus Grandes Discípulos
Vieram a se tornar,
Jesus silenciou o vento
E acalmou as ondas do mar
- Não temam, estão comigo
Não têm porque recear.

Pregaram por outras terras,
Ensinando o dom de Amar.
No sustento da fé divina
Que aprenderam a confiar.

Autora: Paty Bolonha - Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 1 de junho de 2019

MEU LAR NOSSO LAR


Se eu tivesse que explicar o que é um “LAR”,
Eu diria que é onde mora a PAZ, o AMOR, a ALEGRIA, a HARMONIA,
Nem toda casa é um LAR,
Umas são apenas MORADIA.

Para ser um LAR as pessoas que moram nele,
Devem ficar felizes em voltar,
Estejam onde estiver,
Aqui ou em qualquer lugar.

Mas para ser um LAR,
Todos tem que cuidar,
Deixar alegre e limpinho
Com muito capricho enfim,

Um lar tem que ter carinho e amor que não tem fim.
Sem brigas, só dialogar.
Sem gritos, é só falar.
Compreensão é importante
Para o lar se harmonizar.

Muito rico ou mesmo pobre
Se for novo ou já for velho.
Todo Lar tem muita Paz
Sob a luz do Evangelho.

A família sempre é nossa melhor companhia
E sempre que reunida é motivo de alegria.
Em prece agradeçamos ao Pai Nosso, o Nosso Lar
Pois nele é que encontramos a PAZ pra recomeçar.

Autora: Paty Bolonha - Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

HÁ SEMPRE ALGUÉM


O mundo inteiro está cheio de pessoas.

Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.

Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.

Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.

Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.

Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.

Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.

Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.

Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.

Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.

Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.

Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.

Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.

Precisam de alguém...

Talvez de ti ...

Autoria desconhecida. CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Meu Querido Planetinha


Ah! Meu querido planetinha
Queria tanto cuidar de ti
Mas não governar com desejos de poder e ambição
Mas com jeito de criança
Que enxerga nuvens de algodão
Sem pedir nada em troca
Só a satisfação de poder olhar todas as tuas belezas
Cuidar de teus mares, deixar os teus rios limpinhos
Pra poder matar a sede com água boa e fresquinha
E observar os peixinhos.
Teu verde, tuas florestas nem uma folha tirar
E ar bem puro poder respirar
Plantar muito alimento, muito arroz, trigo e feijão
Pra matar a fome de todos
Gente de toda nação, a viver como irmão

Ah! Meu querido planetinha
Que bom seria se todos tivessem a imaginação e a vontade das crianças
Tudo seria melhor não?
Porque criança não cansa nunca e se briga agora, daqui a pouco já está tudo bem
E se se machuca, levanta e logo continua
Tem amigos de todas as cores e entende qualquer língua, principalmente a do Amor Universal
Criança é criança aqui e acolá e tudo o que deseja é poder brincar
Se é Rei, no seu reino a ordem é ser feliz
Se é soldado, é soldado da paz
Se é médico, cura até coração magoado.
Constrói castelos e divide com quem precisar.

Ah! Meu querido planetinha
Eu queria tanto poder cuidar de ti com coração de menino.
Mesmo que seja só um pedacinho e o que tiver ao meu alcance
Eu prometo que vou tentar
Vou chamar meus amiguinhos pra ajudar e quem sabe um dia...

Quando os Homens descobrirem a minha fórmula mágica
Possam também começar a pensar em viver num mundo melhor.

Patrícia Bolonha

segunda-feira, 15 de abril de 2019

FELIPE o distraído


Felipe é um menino de 8 anos que já está na 2a. série. Apesar de esforçado e inteligente, Felipe tinha um problema: era muito desatento.

Na escola a professora vive chamando sua atenção, pois ele começou a colecionar figurinhas e não presta atenção nas explicações.

Certo dia, ao terminar a aula, Felipe saiu despreocupado, admirando sua coleção de figurinhas, deixando para trás sua pasta, com todo o material.

Rodrigo, seu amigo de sala, encontrou a pasta e saiu correndo para tentar alcançá-lo. Ao chegar no portão da escola, avistou Felipe lá quase na esquina e gritou:

- Felipe! Felipe! Espere um pouco! E, chegando mais perto, comentou:

- Veja só o que esqueceu na sala! Você anda muito distraído, procure ficar mais atento no que faz e evitará muitos problemas.

Felipe agradeceu e pegou a pasta e, sem dar muita atenção aos apontamentos de Rodrigo, continuou andando.

Distraído com suas figurinhas, não percebeu que já estava no meio da rua e o sinal indicava verde para os carros. Foi uma freada só.

Com sua falta de atenção, Felipe acabou sendo responsável pela batida de dois carros que, ao tentarem desviar dele, acabaram se chocando.

O menino levou tanto susto que deixou cair todas as suas figurinhas. Elas saíram voando e se perderam rapidamente no meio da rua.

Assustado e choroso, Felipe foi levado por um guarda de trânsito para casa.

À noite, recebeu a visita de seu amigo Rodrigo.

Felipe, triste e preocupado, comentou:

- Rodrigo, você tem razão! Se não tenho atenção e não vigio cada ação, só me meto em confusão.

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

O CÃOZINHO CABEÇUDO


Era uma vez uma cadela de pelos pretos, aveludados, que ganhara três cachorrinhos: um branquinho, o Totó, um com manchas no corpo, o Bolinha e um todo pretinho como a mãe, o Caquinho.

Certo dia, quando os três já estavam bem grandinhos, mamãe deixou-os dar um passeio pela redondeza. Estava certa de que iriam se portar bem, com educação; só tinha dúvidas com o Caquinho, ficando receosa de que ele se comportasse mal.

Iam os três, estrada a fora, quando reconheceram o Paulinho, um garoto que morava na mesma rua que os cachorrinhos; educadamente, sacudiram os rabinhos, demonstrando alegria. Todos não, porque o Caquinho, enquanto os outros se mostravam contentes, começou a latir, estranhando o menino, chegando até a mostrar os dentes. Paulinho fez uma festinha em cada um, menos no Caquinho, que não deixou.

Continuando o passeio, chegaram à casa de dona Augusta, que ofereceu a todos uma tigela de leite; só o Caquinho não aceitou, e não querendo beber o leite, bateu com as patinhas virando a tigela e derrubando tudo.

Quando o marido de dona Augusta se aproximou, Totó e Bolinha deram pulinhos, mas Caquinho saiu correndo; foi até a sala e querendo ver o que estava em cima da mesa, puxou a toalha com os dentes... e lá se foi em pedaços uma linda jarra.

Por isso, o Sr. Francisco ficou encantado com a graça dos dois e aborrecido com Caquinho, que voltou chorando para casa.

Caquinho, chorando, encostava-se na mamãe, como se estivesse reclamando dos maus tratos que recebera.

Mamãe, vendo que o filhinho voltara sozinho, sem os irmãos, sentiu que algo acontecera. E lambendo o filho e latindo baixinho, na linguagem dos cachorros, perguntou se ele se comportou com educação e respeito para com todos, seguindo o exemplo dos irmãos.

Caquinho silenciou e a mamãe percebeu e se entristeceu.

Mas, calculem só a alegria da mamãe, quando, no dia seguinte, encontrou os três reunidos, todos com o rabinho em pé.

Todos? O Caquinho Também?

Sim, o Caquinho também! Ele não aprendera com mamãe a tratar a todos com educação, mas depois que viu que ninguém ligava mais para ele, resolveu modificar seu comportamento.

E, agora sim! Mamãe estava satisfeita! ... Feliz!

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Dona Angélica


Dona Angélica era professora.

Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.

Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento, que parecia um tanto esquisito.

Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.

Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era meio fora do juízo.

Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos.

As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas.

Todos, inclusive os pais e demais professores, achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.

Os anos se passavam e a situação continuava a mesma.

Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.

Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.

Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.

Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.

Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:

- Professora, porque você insiste em continuar com essas atitudes loucas?

- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.

- Ora, professora - continuou ele, - você fica abanando as mãos para os animais ou... Isso não é loucura?

A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo:

- Veja minha bolsa - e apontou para a intimidade do objeto de couro forrado.

- Nota o que há aí dentro?

- Sim - respondeu Alberto.

- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso?

A professora respondeu calmamente:

- É pólen de flores. São pequenas sementes...

- Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola.

A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.

- Eu tive a ideia de a embelezar, semeando flores. Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela... - Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.

- Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida. Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.

Retirado e adaptado do livro infantil: O Semeador
Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 1 de março de 2019

DEUS AJUDA?


Nena e Clarinha são irmãs.

Clarinha está no infantil e Nena já frequenta a 3ª série do colégio do bairro.

Nena, como já está na 3ª série, faz provas no colégio bimestralmente.

Ao contrário de Clarinha, que faz seus trabalhinhos da escola com capricho e atenção, Nena não gosta nada nada de estudar. E vive dizendo:

- Não esquenta, Clarinha. Tenho fé em Deus, na hora das provas Ele me ajuda.

Será que é assim mesmo?

Um dia, D. Anita, mamãe de Clarinha e Nena, foi chamada ao colégio.

A diretora queria lhe falar sobre Nena. A diretora disse a D. Anita:

- D. Anita, se a Nena não estudar, ela será reprovada este ano. Ela tem feito provas muito, mas muito, ruins.

D. Anita, ao chegar em casa, chamou Nena para conversarem.

Uhmmm!! Que será que elas conversaram?!

A Clarinha estava por perto e ouviu tudo.

- Nena, você é uma boa menina: Educada, carinhosa, gentil..., mas está precisando estudar. Os professores e a diretora, e eu também, estamos preocupados, porque suas provas têm sido ruins e desse jeito você será reprovada na escola.

- Puxa, Mãe! Você e Papai sempre dizem que Deus nos ajuda, principalmente quando fazemos nossas preces. Eu sempre rezo antes de fazer uma prova... Será por que Ele não me ajuda a tirar notas boas?

Mamãe pensou um pouco, pegou Nena pela mão, chamou Clarinha e disse:

- Vamos até lá no quintal.

Quando chegaram ao quintal, mamãe apontou para um galho da goiabeira e falou:

- O que vocês estão vendo naquele galho?

- Ah – disse rápido Nena – é aquele passarinho preto que está quase acabando de construir seu ninho!

- E vocês acham que Deus ajuda os passarinhos?

- Claro, Mamãe! Os bichinhos também são criaturas de Deus! – respondeu Clarinha, desta vez.

- Realmente. Deus ajuda todas as suas criaturas. Mas vejam que Deus não faz o ninho para o pássaro. Ele lhes dá o instinto, que faz com que essas criaturinhas saibam onde encontrar o material para fazer suas casas, saibam como fazê-las, encontrem os galhos mais seguros... Senão como eles iriam aprender?

Nena balançou a cabeça afirmativamente. Ela entendeu o que mamãe estava ensinando, e a Clarinha também.

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

COMO UMA PIPA QUE SE SOLTA...


Marina estava olhando alguns colegas seus, moradores ali da rua, que faziam pipas para empinar lá no morro atrás da escola.

Enquanto olhava o trabalho dos amigos, a garota teve o pensamento voltado para o Luís, seu professor de matemática da 3a. série, que desencarnara alguns dias atrás.

Marina gostava muito do professor Luís, aliás como todos os seus alunos. Alegre, brincalhão, ensinava a matéria com um jeitão tão especial que ninguém fazia bagunça em suas aulas.

Luís era jovem ainda, mas não resistira a uma doença que o vitimara, levando-o à desencarnação dois meses depois que fora diagnosticada.

Quando visitara o querido professor no hospital, Marina lhe levara flores e umas fatias do bolo que mamãe prepara, mas o professor Luís conseguira apenas esboçar um leve sorriso de agradecimento, já sem forças para falar. Marina se esforçara para não chorar de pena do amigo, mas aguentara firme, pois ali estava para levar estímulo e bom ânimo.

A menina estava tão absorta em seus pensamentos, que levou um susto quando Paulinho gritou:

- Olha uma pipa solta! A linha de alguém arrebentou e o vento está levando a pipa pro alto...

Nisto, Marina sentiu que lhe punham a mão no ombro. Voltando-se, viu D. Mercedes, a diretora de sua escola, que lhe disse:

- Oi, Marina. O que está fazendo por aqui, tão pensativa? Você me parece meio triste...

- Oi, D. Mercedes. Estou aqui olhando os meninos fazerem pipas, e de repente me lembrei do professor Luís. Me deu uma saudade...

- Eu também tenho saudades do Luís, Marina. Ele sempre foi uma pessoa especial, amiga, dedicada ao trabalho...

Olhando agora aquela pipa com o fio arrebentado que o vento vai levando para o alto, lembrei-me de sua desencarnação...

- Como assim, D. Mercedes?

- Bem, Marina.... Você deve saber que nós somos Espíritos que ganhamos um corpo de carne ao nascer, não é? O Espírito, antes livre no Mundo Espiritual, ao reencarnar precisa de um corpo, ao qual se une através de laços, como fios que manterão os dois unidos como se fossem uma coisa só. Esses fios podem se esticar (por exemplo, durante o sono o Espírito pode passear no Mundo Espiritual enquanto o corpo repousa), mas se eles se arrebentam, aí ocorre a desencarnação; o Espírito retorna à vida espiritual e o corpo físico terá morrido.

- E esses fios se arrebentam assim, assim, quando o Espírito resolve ir embora?

- Não, minha querida. O Espírito só vai embora quando o corpo não tem mais condições de lhe ser morada, quando se torna imprestável, quando se "estraga", seja por doença, por acidente. . .

- Ah, entendi, D. Mercedes! Realmente, olhando aquela pipa podemos pensar que o professor Luís, Espírito, também retornou ao Mundo Espiritual, depois que seu corpo ficou inutilizado pela doença e os laços que o mantinham unido a ele se romperam... Mas o professor continua vivinho no Mundo Espiritual.

- Isto mesmo, Marina! Nosso querido Luís estará no Mundo Espiritual, amparado pelo amor de nosso Pai Celestial e merecedor de nossas preces e nosso carinho, em forma de pensamento, para que logo se restabeleça.

- Ah, D. Mercedes... se todas as pessoas entendessem o que é a desencarnação assim como a senhora está me explicando, a saudade não doeria tanto, não acha?

- É sim, Marina... Mas nós, que sabemos disso, podemos falar para quem não sabe e ajudar muita gente que se desespera ante a desencarnação de uma pessoa querida.

E ficaram as duas a olhar a pipa que, àquela altura, já se tornara um pontinho quase imperceptível na imensidão do céu...

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

COMO É BOM ORAR


Júlio e Lúcia moravam em uma bela casinha, perto de um bosque todo verde, que acabava numa praia de um mar azul e cheio de lindos peixes. Nessa praia e nesse bosque eles se divertiam a valer.

Eles adoravam correr entre as árvores que perto da casa era um lindo jardim com flores multicores. Havia também uma variedade muito grande de plantas frutíferas. Eram mangas, laranjas Jabuticabas, e tinha até, duas frondosas jaqueiras. A mamãe sabia fazer doce da jaca, o que era uma delícia. Como era bom correr pelas campinas orvalhadas e colher as frutas do pomar.

E no mar e nas praias, era uma delícia nos dias de calor. Brincar na areia mergulhar nas ondas, sempre tão convidativas.

Às vezes ficavam observando o salto dos peixes virando cambalhotas no ar.

Aconteceu que há um mês eles não conseguiram sair, pois os seus pais tinham ido viajar e as crianças tinham ficado com a vovó que era velhinha, e não aguentava andar muito.

Lúcia ficava muito zangada por não sair, mas Júlio gostava de ficar na janela admirando e sonhando com o dia de poder sair e passear novamente.

Vovó Ana, muito velhinha e paciente, ensinou aos meninos que em vez de ficarem aborrecidos por não saírem, deveriam orar e pedir ao bom Deus que ajudasse ao papai, resolver logo os negócios para poder voltar mais rápido.

Os dois atenderam os ensinamentos da vovó. Oraram pela manhã pedindo proteção para o papai, a mamãe e para a avózinha tão amiga. À noite, agradeciam o dia calmo e bonito e pediam para que os pais voltassem logo.Com isso eles foram ficando mais alegres e passavam horas e horas combinando como seriam os passeios com papai.

Numa manhã azul, bateram à porta e as crianças correram para atender. Que alegria! Papai e Mamãe! Todos se abraçaram e foram para a sala. Sentaram-se pertinho uns dos outros e Papai falou assim: Sabem o que fomos fazer na cidade?

Fomos conversar com o dono da casa em que moramos. Ela não é nossa? (Perguntou Lúcia)

Não filha, é alugada, mas a partir deste mês será nossa se Deus quiser.

Engraçado mamãe (falou o papai para a vovó) é que ele não queria nos vender a casa de maneira nenhuma, mas depois foi ponderando, fomos conversando e ele aceitou uma oferta.

Vovó virou para as crianças, piscou o olho e falou assim: Viram como foi bom orarmos juntos?

A casa que eles tanto adoravam seria agora deles para toda a vida e eles poderiam passear e correr a qualquer hora. Poderiam visitar o pomar, ir à praia admirar o jardim e as flores. Como Deus é bom.

COMO É BOM ORAR!

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Conversa com Jesus


"Conta-se que, certo, dia, Jesus conversava com Pedro em sua casa (Jesus estava passando uns dias lá) e, segurando em suas mãos as Escrituras Sagradas, indagou:

- Pedro, que faz o pescador quando se dirige para o mercado com os frutos de cada dia?

O Apóstolo pensou alguns momentos e respondeu:

- Mestre, naturalmente, escolhemos os peixes melhores. Ninguém compra os resíduos da pesca.

Jesus sorriu e perguntou de novo:

- E o oleiro? Que faz para atender à tarefa a que se propõe?

- Modela o barro, imprimindo-lhe a forma que deseja.

Jesus insistiu:

- E como procede o carpinteiro para alcançar o trabalho que pretende?

- Usará o serrote, o martelo, o formão, a lixa... De outro modo não aperfeiçoará a madeira.

Jesus pensativo, continuou:

- Assim também é o lar diante do mundo. Assim como o pescador, o oleiro, o carpinteiro e tantos outros trabalhadores preparam o material bruto para poderem oferecer aos outros ou usá-los para suas necessidades, é no lar que nos preparamos para o mundo: como esperar a paz no mundo se não tivermos a paz em nossa própria casa?

Como amar a Deus se não amamos as pessoas com quem convivemos? Em casa, convivendo com os nossos familiares, devemos exercitar o respeito, a colaboração, a conversa construtiva e por que não o estudo de assuntos importantes para o nosso aprimoramento espiritual? Desta forma agiremos assim também no mundo construindo uma sociedade melhor.

Pedro olhou para o Mestre e, concordando com o que Ele acabava de falar, disse:

- Mestre, seja feito como desejas!

Então, Jesus convidando os familiares do apóstolo à palestra edificante e à meditação elevada, desenrolou os escritos da sabedoria e abriu, na Terra, o primeiro culto cristão do lar."

A mensagem de Jesus continua muito viva, não é mesmo? Hoje o mundo ainda sofre com tantas guerras e violência. Será que é porque ainda não conquistamos a paz dentro dos nossos lares? Vamos fazer um exercício: em casa vamos observar se estamos tendo atitudes para a paz. Como estamos tratando nossos pais, irmãos e outros familiares que por ventura convivem conosco? Vale a pena observar e procurar mudar de atitude se assim for necessário!

O Evangelho no Lar é assim: você combina com a sua família um dia da semana e um horário. Escolham um lugar da casa: a sala, em volta de uma mesa se preferirem, na cozinha... Neste local é importante não ter televisão ligada ou outras coisas que possam interferir. Façam uma prece de abertura. Uma das pessoas (que pode mudar a cada nova reunião) abre o Evangelho e lê um trecho (pode ser na sequência: a cada nova reunião continua-se de onde parou, ou abrir em qualquer página). Em seguida façam comentários construtivos sobre o que foi lido. Depois façam a prece de encerramento. É uma reunião de uns 15 minutos. Poderão ser lidas também outras mensagens edificantes. Esta prática une a família e proporciona um ambiente de elevação no lar.

Experimentem!

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 1 de dezembro de 2018

DEUS NÃO NOS ABANDONA NUNCA


MEU QUERIDO AMIGUINHO,
HOJE EU VIM PRA LHES FALAR,
QUE ACONTEÇA O QUE ACONTEÇA
DEUS NUNCA VAI NOS ABANDONAR.

NA TRISTEZA OU NA DOR
NO MEDO OU NA SOLIDÃO
DEUS ESTÁ SEMPRE JUNTINHO
NÃO NOS ESQUECE NÃO.

PARA ELE NÃO HÁ DIFERENTES,
NEM MAIS BONITOS OU MAIS INTELIGENTES,
SOMOS TODOS FILHOS AMADOS,
SOB O OLHAR DE UM PAI ESMERADO,
QUE ESTÁ SEMPRE AO NOSSO LADO.

COMO PEQUENAS CRIANÇAS
A NOS LEVAR PELA MÃO,
NOS MOSTRANDO O CAMINHO,
COM AMOR E AFEIÇÃO.

NOS ENSINA COM PACIÊNCIA
NÃO TEM PRESSA E CONFIA
SABE QUE MESMO CAINDO
APRENDEREMOS UM DIA.

NÃO TE ESQUEÇAS NUNCA, NUNCA
NA LUZ OU NA ESCURIDÃO,
NAS HORAS DE AFLIÇÃO,
DEUS NOS LEVA NO COLO
NO ACONCHEGO DO CORAÇÃO.

PORTANTO NÃO DIGAS NUNCA
QUE ÉS UM COITADO NA VIDA
POIS QUANDO FECHA UMA PORTA
DEUS TE DÁ OUTRAS SAIDAS.

PROCURÁ-LO EM CADA CANTO,
EM CADA SITUAÇÃO,
CHAMÁ-LO EM UMA PRECE, UMA SINCERA ORAÇÃO,
UMA CENTELHA DE ESPERANÇA,
NÃO TARDA A APARECER,
DEUS ESTÁ SEMPRE AO SEU LADO,
E TU IRÁS LHE RECONHECER.

Autora: Paty Bolonha - Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

CHIQUINHO E O ESPÍRITO PROTETOR


"Chiquinho é um garoto alegre, que está sempre com seu bonezinho no alto da cabeça.

Ele mora numa casinha junto com o papai, porque a mamãe de Chiquinho desencarnou; ela está no Mundo Espiritual.

Chiquinho ajuda o papai vendendo jornais depois da aula.

Vamos ver como é o dia do Chiquinho?

Ele acorda cedinho e faz a sua prece.

Na prece ele pede ajuda a Jesus para ter um bom dia.

Depois ele se levanta, se apronta e toma o café que o papai arrumou para ele.

Então Chiquinho vai para a escola.

A escola é muito longe, e Chiquinho terá que atravessar ruas movimentadas, mas parece que o Chiquinho não está só..."

Alguém o está abraçando, mas ele não pode vê-lo, porque esta pessoa só tem o corpo levinho.... É um Espírito!

Que será que esse Espírito está fazendo perto do Chiquinho?

Vocês se lembram que quando o Chiquinho fez a prece ele pediu que Jesus o ajudasse? Pois então, este Espírito está ajudando o Chiquinho.

Ele é um bom Espírito, muito amigo, que está sempre auxiliando e protegendo; o Chiquinho não o pode ver, mas ele está sempre com ele: é o seu Espírito Protetor! Mas seu Espírito Protetor também chama sua atenção, veja só:

O Chiquinho estava a fim de brigar com seu coleguinha por causa de um brinquedo; seu Espírito Protetor o fez ouvir - lá dentro de sua cabecinha - que brigar era uma coisa ruim, que era pro Chiquinho não fazer isso...

O Chiquinho, à noite, faz sua prece agradecendo ao seu Espírito Protetor que sempre está por perto para o proteger."

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo.
Fonte da imagem: Internet Google.